Ansiedade canina: como tratar?

Você já ouviu falar na ansiedade canina? Essa doença é bastante comum e vem sendo mais notada recentemente. Então, se você notar alguns sintomas, como lambedura excessiva da pata, euforia e marcar território, pode ser que seu pet esteja doente.

Um detalhe importante, é que o cão pode querer marcar território em diversos pontos da casa, ou até mesmo no dono. Sendo assim, essa condição pode afetar seriamente a saúde do seu amigo peludo.

Porém, hoje em dia os cães costumam ser mais humanizados, parte da família. Em geral, ele é tratado até como filho. Então, nada de cachorros vistos apenas como cães de guarda. Mas, será que esse tipo de tratamento é saudável?

Tratar o cão de maneira mais humanizada pode fazer com que eles desenvolvam ansiedade, já que eles começam a gerar dependência emocional pelos donos. Além disso, outras doenças também podem aparecer, como depressão e o hiperapego.

E o pior é que essas condições podem aparecer em momentos inesperados, tanto por conta de crises pela separação, barulhos, entre outros. Esse tipo de acontecimento deve ser evitado, já que causa sofrimento para o cão.

O que é ansiedade canina?

Como visto acima, a ansiedade canina é uma doença que pode realmente afetar a vida do seu pet. Mas, o que ela realmente é? Essa doença é um tipo de estresse que pode afetar o cachorro, e deixá-lo incomodado.

Ela pode ser causada por diversos fatores. Bons exemplos são medos e traumas, falta de liderança ou até a ausência e solidão. Sendo assim, fica fácil de entender que essa doença é grave e deixa o seu cãozinho muito afetado.

Além disso, a ansiedade também afeta o organismo do pet, como os hormônios e neurotransmissores. Isso pode fazer com que apareçam outros problemas de saúde, que podem ser ainda mais graves.

Causas comuns da ansiedade canina

Existem diversos fatores que podem levar o pet a desenvolver a ansiedade canina. Mas, um detalhe a se levar em consideração é que os cães possuem uma ótima memória. Sendo assim, eles podem apresentar distúrbios de comportamento e fobias vindas de anos atrás.

Então, é preciso ter cuidado na hora de determinar a sua rotina, e a do pet. Isso porque, ao sair para trabalhar, por exemplo, pode ser que o cachorro comece a ficar com medo de estar sozinho ou ser abandonado.

Assim, o cachorro começa a desenvolver a ansiedade, e alterar seu comportamento. Isso significa que é preciso prestar atenção nos menores detalhes, e saber quais as possíveis causas da doença.

Falta de convívio

Em geral, a maior causa da ansiedade canina é a falta de convívio do pet com os seus donos. Isso porque a maior parte dos cachorros não conta com a estabilidade emocional necessária para ficar o dia todo sozinhos.

Sendo assim, esses animais precisam ter companhia e interação com os donos. Porém, é claro que não é preciso ficar o dia todo com o cão, mas deve-se dar atenção suficiente para não se sentir sozinho.

Caso isso não ocorra, o animal pode começar a desenvolver comportamentos fora do comum. Essas atitudes podem ser entendidas como uma forma de atrair a atenção do dono. Isso ocorre por conta de que o cachorro não aprendeu a ter limites.

Ansiedade cananina por barulho

Além da solidão, o cachorro também pode desenvolver ansiedade canina por conta de barulhos muito assustadores. Quando esse é o caso, é normal que o problema surja do nada, e piore ao longo da vida, com mais idade.

Porém, também pode ocorrer de a doença surgir ainda quando o cão é um filhote, e vai durar a vida toda. O normal é que a ansiedade seja mais forte em dias de chuvas fortes, por conta dos trovões, ou ainda em datas comemorativas. Os fogos de artifício costumam assustar.

Falta de lazer e atividades

Por fim, uma das grandes causas da ansiedade canina tem relação com a falta de atividades e lazer para o cachorro. Isso porque esses animais precisam de entretenimento. Então, o melhor a se fazer é proporcionar caminhadas, brincadeiras com bolas e outros brinquedos, corridas, enfim.

Caso isso não ocorra, é comum que o cachorro comece a desenvolver a doença. E o pior é que os sintomas só aumentam com o tempo, e quanto mais o cão fica sem contato e atividades.